sexta-feira, 8 de agosto de 2014
Top 10 Marvel Studios
Top 10 Marvel Studios
Antes de trazer esse mágico universo de super-heróis para as telas, que acabaria se tornando o principal filão da indústria cinematográfica contemporânea e consecutivamente a maior franquia da história da sétima arte, pelo menos no que se refere à popularidade e lucro financeiro, os personagens da Marvel haviam passado por algumas outras produtoras. É o caso do Homem de Ferro, que em 1990 a Universal Studios adquiriu da Casa das Ideias os direitos e planejava fazer um filme de baixo orçamento com Stuart Gordon na direção, o que não aconteceu.
Quando em 1996 a Fox tomou posse do Ferroso, muito se ventilou a respeito: de citação a nomes como Nicolas Cage e Tom Cruise para o papel principal, até Quentin Tarantinosendo cotado para dirigir a adaptação. Também nada foi acordado e o personagem acabou vendido em 1999 para New Line Cinema, que naquele período recebeu inúmeros roteiros e chegou a marcar o início da produção para 2004. Mas como novamente o projeto foi adiado, os direitos legais voltaram para a Marvel.
E foi mesmo em 2005, quando Kevin Feige escolheu de Jon Favreau para comandar a nova empreitada, que a dita Marvel Studios anunciou o lançamento de seu primeiro filme independente em parceria com a Buena Vista International. De lá pra cá, muita coisa aconteceu e o universo que hoje domina também outras mídias foi se solidificando com estratégia e responsabilidade – coisa que a rival DC/Warner parece não ter.
Agora, com vários longas lançados, o CinePOP resolveu fazer o seu Top 10 da Marvel Studios. As escolhas, apesar de analíticas, são de certo modo imparciais, pois o que realmente importa aqui é o debate geral. Queremos saber a opiniões de vocês, nossos leitores.
Sem mais delongas, segue abaixo a nossa lista:
10 – O Incrível Hulk (2008)
Na época de lançamento, este correto trabalho de Louis Leterrier (Fúria de Titãs), foi bem quisto pela crítica especializada e acolhido pelo público (arrecadou $ 263.427.551 de dólares, sendo a bilheteria mais baixa da Marvel) por trazer novos elementos e aprofundar a personalidade do gigante verde – que há cinco anos havia voltado para as telonas com o trabalho autoral de Ang Lee.
Aqui vemos conflitos humanos e o que há de melhor no personagem: o monstro que guardamos dentro de nós e que há todo momento quer se libertar, soando como uma bela metáfora. Por outro lado é visível que suas veias artísticas são mínimas e sua estética suja e escura acaba destoando dos demais títulos do estúdio. Sendo até ignorado por alguns, principalmente depois que Edward Norton abandonou o posto.
9 – Homem de Ferro 3 (2013)
Como filme solo, o Homem de Ferro 3 é de longe o que mais deu lucro ao estúdio. Trazendo pela quarta vez Tony Stark, o personagem mais famoso desse universo, recheado de cenas explosivas como a guerra das armaduras, além do aguardado conceito do Extremis e à dinâmica e maluquice de Shane Black, o filme faturou a incrível quantia de $ 1.215.439.994.
No entanto, possui um roteiro que trata de inúmeras subtramas, mas é pedestre em todas, principalmente com o fato da regeneração. O troço simplesmente não consegue prender o público mais atento. Falhando, miseravelmente, no desenvolvimento do personagem e trazendo um Robert Downey Jr. extremamente automatizado e caricatural, ainda reciclando piadas prontas que pouco funciona. O bom elenco não consegue suprir os problemas da fita e esta acaba sendo apenas entretenimento vazio, quando poderia explorar mais seus conceitos.
8 – Homem de Ferro 2 (2010)
Trazendo praticamente toda equipe do anterior, com exceção de Don Cheadle que foi contratado para substituir Terrence Howard no papel de James Rhodes, Homem de Ferro 2 deu certa refrescância para a franquia por ser mais descompromissado e Downey Jr. está ainda mais a vontade no papel de Stark. Isso sem falar nas canções do AC/DC que deram um ritmo especial e marcaram definitivamente o personagem.
Mas apostando num roteiro que traz três pontos importantes para desenvolvimento – um até com grau de dramaticidade mais forte, o caso do personagem Ivan Vanko vivido porMickey Rourke –, o longa, no fim das contas, não conseguiu obter êxito total. O primeiro ato é realmente excelente, tem todo lado fantástico e cômico do Ferroso, personagens potencialmente interessantes e um clima de romance conflitado, só que por muito se atentar apenas às tomadas de ação, deixa a desejar no andamento da trama.
7 – Thor 2: O Mundo Sombrio (2013)
Continuando a chamada Fase 2, ousadia era uma palavra que quase não existia no dicionário da Marvel Studios, isso em relação à complexidade de roteiros. Em O Mundo Sombrio, temos uma introdução enorme em formato de flashback, sobre o que vai desencadear o conflito da trama. Logo depois, no início do segundo ato, Odin nos conta, novamente, como tudo aconteceu. Prova do didatismo.
Ainda assim, o longa comandado por Alan Taylor quase seria um épico, pelo menos em seu primeiro ato, não apostasse em subtramas mais humanas. O que acabou tornando a obra ainda mais atraente foi a química do casal Chris Hemsworth e Natalie Portman, a apresentação familiar e a boa dose de comédia tornou a narrativa orgânica e resgatou a esperança do subgênero.
6 – Capitão América: O Primeiro Vingador (2011)
Já tendo feito filmes como Rocketeer e participado da equipe de produção da saga original de Star Wars, Joe Johnston apareceu como um nome perfeito para comandar o líder e principal personagem d’Os Vingadores, Capitão América. O diretor contou com um fiel e belo design de produção, auxiliado por uma direção de arte fabulosa, além do refinado figurino.
Assumindo-se como uma obra puramente gracejada e sem maiores aspirações, ainda que contenha cenas de impacto, tomadas de fuga e batalhas atraentes, seus personagens tridimensionais são bem aprofundados e a ideia do símbolo americano é implantada de forma orgânica e nunca maniqueísta.
5 – Homem de Ferro (2008)
Possuindo um elenco afiado, efeitos especiais incríveis e um roteiro absolutamente amarrado e contido, o filme dirigido por Jon Favreau pegou a todos de surpresa e fez muita gente olhar diferente para a Marvel Studios. Já que, até aquele momento, somente X-Men (Fox) e Homem-Aranha (Sony) eram os trabalhos elogiados do selo.
Homem de Ferro abriu novas perspectivas e foi enaltecido por crítica e público. Mais que isso: foi responsável por todo universo cinematográfico da Casa das Ideias. Podendo, facilmente, ficar entre os primeiros da lista.
4 – Thor (2011)
Do mesmo modo que Joe Johnston apareceu como uma figura de confiança para dirigir um grande herói, o britânico Kenneth Branagh causou uma reação exatamente oposta. Isso por ser um diretor autoral, não acostumado com blockbusters e realizar obras mais dramáticas, como os excelentes Frankenstein de Mary Shelley e Hamlet.
Mas é justamente aí que reside o grande trunfo do cineasta. Não poderia ter casado melhorBranagh para o filme, já que criou um perfeito enredo shakespeariano entre os irmãos Thor e Loki. Além de possuir o grande romance da franquia e efeitos espetaculares, o mundo de Asgard é um dos elementos mais mágicos que o estúdio já fez.
3 – Os Vingadores: The Avengers (2012)
A sorte de Joss Whedon foi ter ao seu dispor personagens extremamente carismáticos – que já haviam sido explanados nos filmes solos – e em cima deles desenvolver toda proposta do enredo. Além das figurinhas carimbadas, a atração dentre a equipe foi a do HULK, interpretado competentemente por Mark Ruffalo. Ou mesmo da Viuva Negra e o Gavião Arqueiro, que ganharam um tempo especial. Aliás, todos os heróis brilharam.
Portanto, criando um universo recheado de humor e aventura, Whedon presenteou os fãs do gênero com uma fiel e legitima transposição cinematográfica de uma história em quadrinhos. E, mesmo cumprindo bem o que se propôs ser, vejo que o roteiro poderia ter sido um pouco mais ambicioso pela total dimensão. Tendo em sua ideia central o simples fato de Loki se juntar a uma determinada raça alienígena – mal explorada, por sinal – para que pudesse destruir a Terra por vingança. Não que um roteiro simplório seja algo ruim, mas certamente um pouco de ousadia tornaria a obra ainda mais grandiosa em sua plenitude.
2 – Guardiões da Galáxia (2014)
Diferente d’Os Vingadores, a tarefa de James Gunn com Guardiões da Galáxia era ainda mais difícil. Se Whedon teve a maioria de seus personagens apresentados e desenvolvidos nos títulos solos, Gunn, além de realizar esse feito em apenas um filme, trabalhou com figuras completamente desconhecidas no cenário mundial, colocando-as em ascensão e sendo, num todo, imensamente eficaz.
Detentor de um final emocionante, fortes doses de humor e aventura, além de possuir batalhas épicas empolgantes, do ponto vista visual e coreográfico, o filme já é um dos maiores acertos da Marvel. Se no início capengaram, os últimos longas da chamada Fase 2 foram completamente eficientes e preparam bem o terreno para o próximo grande evento que está por vir.
1 – Capitão América 2: O Soldado Invernal (2014)
Escolher o primeiro lugar é sempre algo difícil e controverso, mas pensamos num título que tivesse ido além de todas as demais produções do estúdio e fosse um tanto mais sério e ambicioso. Logo, essa segunda aventura do Bandeiroso possui todas as características pedidas.
Pulsante em seus três atos, variando entre belíssimos planos abertos e impactantes cenas de combates corpo-a-corpo, em meio a uma trama densa, que tem como background alguns conflitos políticos, sociais e militares, Capitão América 2 – O Soldado Invernal é, sem duvidas, o que surgiu de melhor, em todos esses anos, no universo Marvel.
‘As Tartarugas Ninja’
Paramount divulga cena exclusiva de ‘As Tartarugas Ninja’
A Paramount Pictures acaba de divulgar um vídeo com cenas exclusivas do filme ‘As Tartarugas Ninja‘, que estreia na quinta, dia 14 de agosto. No trailer, o quarteto formado por Leonardo, Raphael, Donatello e Michelangelo está prestes a enfrentar o “Destruidor” na cobertura de um prédio. Dentro do elevador, eles vivem um momento de distração ao improvisar um beatbox (reprodução de sons de percussão com a voz).
Assista, com os vídeos anteriores:
10 Melhores Filmes sobre Pais e Filhos
10 Melhores Filmes sobre Pais e Filhos
Ser pai é uma dádiva que merece ser ovacionada. Nada melhor que o cinema na realização de narrativas que debatem esta temática, antecedendo o dia dos pais nesse domingo, 10 de Agosto. Pais e Filhos. O título da adorável canção do lendário Legião Urbana é o foco do nosso especial desta semana. Selecionamos 10 filmes sobre pais e filhos. São comédias e tragédias sobre uma das mais importantes relações incondicionais presentes na vida dos seres humanos: o amor de entre um pai e um filho.
Em muitos especiais produzidos ao longo dos anos, encontramos exemplares ótimos como Ladrões de Bicicleta (Vitorio de Sicca), O Campeão (Franco Zefirrelli), Kramer vs Kramer (Robert Benton), além de A Vida é Bela e O Sol é para Todos.
Desta vez, propus a dar reconhecimento a outros filmes, abrindo o leque de possibilidades. Priscila – A Rainha do Deserto, Sinais, Busca Implacável e Tráfico Humano são outros exemplares que ficaram de fora da versão final, mas mereciam um lugar na seleção, que assim como todo cânone, é uma forma de seleção nunca tão bem aceita por todos e às vezes injusta.
Essa é a minha mea culpa assumida publicamente. Espero que a minha seleção agrade a todos vocês.
10. Procurando Nemo
Talvez a animação contemporânea mais fantástica disponível.
O amor incondicional entre pai e filho ilustra esta encantadora aventura de Nemo, um pequeno e simpático peixe-palhaço, que repentinamente é sequestrado do coral onde vive por um mergulhador e passa a viver em um aquário.
Longe de seu pai, que tanto o advertiu quanto aos perigos dos mares. No seu encalço está Marlin, seu tímido e devotado pai, que sai em sua busca, tendo como parceira a ingênua e distraída Dory.
9. Os 2 Filhos de Francisco
Não simpatizo com música sertaneja. Mas assumo que a bem sucedida estreia do fotografo Breno Silveira na direção, contando a trajetória da dupla Zezé de Camargo eLuciano foi muito esnobada, mas se tornou um sucesso crítico e comercial, principalmente pela beleza da história contada. Quem rouba a cena é o pai da dupla, Seu José de Camargo, interpretado com maestria pelo ótimo Ângelo Antônio.
8. Peixe Grande e suas Histórias Maravilhosas
Ewan McGregor encanta em tudo que faz. Fato. Nesta fábula de Tim Burton, Ed Bloom (Albert Finney) é um grande contador de histórias. A diversão predileta de Ed, já velho, é contar sobre as aventuras que viveu neste período, mesclando realidade com fantasia. As histórias fascinam todos que as ouvem, com exceção de Will (Billy Crudup), filho de Ed. A mãe, vivida pela eterna Jessica Lange entra em ação, tentando unir a ambos. Ewan faz Ed na versão jovem. Encantador, lírico e imperdível.
7. Guerra dos Mundos
O filme pode não ser dos melhores, mas a sagacidade do papai Tom Cruise ao tentar salvar a sua cria da invasão alienígena já vale uma alocação aqui nesta lista, principalmente pelos gritos agudos da pequena Dakota Fanning.
Dirigido pelo mestre Spielberg, Guerra dos Mundos nos apresenta o ator como Ray Ferrier, um pai divorciado que não se sente muito à vontade na condição de pai, mas está sempre disposto a cuidar dos filhos. Com a inusitada chegada de uma invasão extraterrestre, Ray entra numa corrida frenética para salvar os seus rebentos. Diversão garantida.
6. À Procura da Felicidade
Não simpatizo com este filme. Acho monótono e piegas. Exagerado. Sei que a minha opinião vai me fazer ter uma lista de inimigos, mas é isso ai. Mas o que esta pérola estaria fazendo aqui? Pois é, assumo que a sinceridade na interpretação de Will Smith é um dos motivos deste drama ocupar uma quinta posição. A direção de Gabrielle Gardnernos leva a Chris Gardner (Smith), um pai de família que enfrenta sérios problemas financeiros.
Apesar de todas as tentativas em manter a família unida, Linda (Thandie Newton), sua esposa, decide partir. Chris agora é pai solteiro e precisa cuidar de Christopher (Jaden Smith), seu filho de apenas 5 anos. Vão sofrer os diabos pelas ruas da cidade, guiado com lágrimas e música melódica.
5. Sobrou pra Você
Esta comédia vai ser sempre conhecida como o filme em que Madonna engravidou do seu melhor amigo, um gay. Apesar desta sinopse inicial básica e superficial, o filme promete uma incursão muito mais ampla no tema.
Pai é aquele que faz ou aquele que cria? Essa é uma das discussões do filme, principalmente se falando de uma briga judicial entre uma mãe solteira (Madonna) que deseja fazer sexo e ir adiante, sabendo que aos 40, as possibilidades diminuem, e um gay (Rupert Everett) que ao ter o filho distante, sofre, sabendo inclusive que uma briga na justiça pode leva-lo a perder a guarda do amado filho, principalmente pela sua condição de homossexual levada aos tribunais por uma mãe concorrente decidida a ganhar. Everett está encantador e a trama, apesar de indecisa, faz refletir. Surpresas aguardam próximo ao final.
4. Um Caso de Amor
O valentão gladiador Russel Crowe é gay? Não se sabe, mas neste filme ele personifica um. A relação entre pai e um filho gay é o cerne desta narrativa, que na tradução original seria algo como A Soma de Nós (The Sum of Us). Com Jack Thompson no elenco, o roteiro nos guia a um pai hétero australiano buscando sua cara metade e vivendo com seu filho gay que também busca sua cara metade. O caso de amor que o filme conta é entre o pai que ama o filho incondicionalmente.
3. Mr. Hollands – Adorável Professor
Richard Deyfruss tem este filme como marco da sua carreira, independente do que já tenha feito. Considerado por muitos, inclusive por este que escreve, Mr Hollands já é um clássico moderno.
A emocionante trajetória de um músico (Dreyfuss), que em 1964, decide começar a lecionar, para ter mais dinheiro e assim se dedicar a compôr uma sinfonia. No meio do caminho, tem um filho, surdo, que vai proporcionar mudanças na sua vida e na de todos os envolvidos nesta emocionante história de superação.
2. Quando Você Viu o seu pai pela Última Vez?
Colin Firth e Jim Broadbent numa terceira parceria no cinema, após O Diário de Bridget Jones e a sua continuação, Bridget Jones: No Limite da Razão. Através de enquadramentos formidáveis e uma fotografia exemplar, o diretor Anand Tucker nos conta a história de Blake (Colin Firth, excelente), um escritor bem estabelecido, casado e com dois filhos. Ele vive problemas com o seu pai, Arthur Morinson (Broadbent, igualmente ótimo) principalmente pelo fato deste critica-lo por tudo e ter feito a sua mãe sofrer durante muito tempo na juventude. Apesar das mágoas, a cada reencontro, Blake percebe que ama e respeita muito o seu pai. Apesar do ritmo lento, o carisma dos protagonistas segura o espectador até o final.
1. Em Nome do Pai
Este é um dos filmes da minha vida. Incrível performance de Daniel Day –Lewis e de todo o elenco coadjuvante. Dirigido por Jim Sheridan em 1993,
Em Nome do Pai, um clássico moderno imperdível, nos apresenta o jovem rebelde irlandês Gerry Conlon e três amigos, que ao ser acusados por um crime de atentado, são presos e condenados. Giuseppe Conlon, pai de Gerry, tenta ajudar o filho e também é condenado, mas pede ajuda à advogada Gareth Peirce, que passa a investigar as irregularidades do caso. Lágrimas garantidas.
Um filme de uma safra de diamante do cinema: os saudosos anos 90.
‘Batman v Superman’
Atriz de ‘Jogos Vorazes’ pode estar em ‘Batman v Superman’
A atriz Jena Malone (a Johanna Mason de ‘Jogos Vorazes‘) foi vista no set de filmagem de ‘Batman v Superman: Dawn of Justice‘, em Michigan.
Será que ela tem um papel no filme? Se a presença de Malone for confirmada, ela repete a parceria com Zack Snyder, que a dirigiu em ‘Sucker Punch’ (2011).
Veja a atriz posando com fãs no set de ‘Batman v Superman‘:
Malone retornará como Johanna em ‘Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1‘, que estreia em 21 de novembro no Brasil.
Recentemente, a Warner Bros. alterou a data de estreia de ‘Batman v Superman: Dawn of Justice‘ para evitar confronto com ‘Capitão América 3‘ nas bilheterias. De maio de 2016, o filme foi adiantado para 25 de março do mesmo ano.
Em ‘Batman v Superman: Dawn of Justice‘, Ben Affleck será Bruce Wayne/Batman.Jeremy Irons (‘Dezesseis Luas’) viverá o mordomo Alfred. A atriz israelense Gal Gadot, conhecida por interpretar Gisele em ‘Velozes e Furiosos 4, 5 e 6‘, será a Mulher-Maravilha. Ela concorria ao papel com Olga Kurylenko (‘Oblivion’) e Elodie Yung (‘G.I. Joe: Retaliação’). Jesse Eisenberg (‘A Rede Social’) será Lex Luthor. O elenco contará com a volta dos principais astros de ‘O Homem de Aço’: Henry Cavill (Clark Kent), Amy Adams (Lois Lane), Laurence Fishburne (Perry White) e Diane Lane (Martha Kent).
O diretor Zack Snyder retorna. O roteiro será novamente de David S. Goyer, que assinou a trilogia ‘Batman’ e ‘O Homem de Aço’.
‘Z Nation’
Syfy divulga data de estreia e trailer da série de zumbis ‘Z Nation’
‘Z Nation‘, a série de zumbis do canal Syfy, teve sua data de estreia divulgada nos EUA.
A atração começa a ser exibida lá fora em 12 de setembro. Confira o primeiro trailer:
A trama pós-apocalíptica se passa três anos depois de um surto do vírus zumbi ter devastado o planeta. Um time de sobreviventes recebe a missão de levar o único humano conhecido que não foi infectado pela praga de Nova York até a Califórnia, onde fica o último laboratório ainda funcional. Apesar de seus anticorpos serem a melhor e última esperança pela produção de uma vacina, ele esconde um segredo que ameaça todos ao seu redor.
Harold Perrineau (Lost), Tom Everett Scott (Beauty And The Beast), DJ Qualls(Supernatural), Michael Welch (Saga Crepúsculo), Kellita Smith (The Bernie Mac Show),Anastasia Baranova (The Darkness II), Russell Hodgkinson (Big Fish) e Keith Allan (Rise of the Zombies) formam o elenco.
A série foi criada por Karl Schaefer (Eureka) e é produzida pela The Asylum (mesma companhia da franquia ‘Sharknado’).
‘Z Nation‘ conta com 13 episódios em sua temporada inaugural.
‘Capitão América 3′
‘Capitão América 3′ abordará temas políticos
Anthony e Joe Russo, diretores de ‘Capitão América 2: O Soldado Invernal‘, voltaram a falar sobre seus planos para a continuação do filme.
Em entrevista ao Yahoo!, os irmãos cineastas afirmaram que o terceiro longa se passará “alguns anos depois” dos eventos de ‘Capitão América 2′ e que parte de sua trama será focada na busca de Steve Rogers pelo amigo de infância Bucky Barnes, que se tornou o vilão Soldado Invernal.
Segundo eles, o terceiro filme novamente abordará temas políticos.
“O personagem foi criado para fins explicitamente políticos. Então, é difícil ficar longe dessa natureza”, disse Anthony, sem entregar mais detalhes sobre o retorno do personagem.
Ainda segundo os diretores, ‘Capitão América 3‘ trará “novos elementos para a franquia que vão provocar uma reviravolta nos eventos de ‘O Soldado Invernal’”.
O estúdio marcou a data de estreia de ‘Capitão América 3‘ e gerou polêmica: 6 de maio de 2016, mesmo dia que a Warner Bros. lançaria ‘Batman vs Superman‘ – porém, o estúdio recuou e a data foi alterada.
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